segunda-feira, 27 de junho de 2011

Peles sintéticas! Até quando precisamos matar os animais.



Todos já sabem minha posição sobre a utilização das peles de animais pelo setor de moda.


Ótimo exemplo de que as novas tecnologias propiciam elegância e sofisticação com peles sintéticas são as novas apostas como a marca Chanel.
A grife investiu em uma coleção completa com peles fakes (falsas), iniciativa do estilista Karl Lagerfeld.
Nesta aposta surgem casacões, botas e acessórios lindos que nada deixam a desejar às pelas naturais.
As peças são tão perfeitas que, para saber se são naturais ou sintéticas, é necessário colocar fogo. As naturais queimam e as fakes derretem – essa é a diferença.
Como ninguém vai queimar sua roupa para saber se é elegante, o hábito de usar peles verdadeiras (que remete aos tempos medievais!) precisa acabar.
Hoje, trata-se apenas do “prestígio” em usar uma matéria prima considerada nobre... Uma visão medíocre e desnecessária, sinônimo de falta de consciência na preservação dos animais.
Em tempos de ‘ecologicamente correto’ os fashionistas trocam a pele de animal por pele sintética sem problemas. Essa consciência precisa ser unanime entre todos, tanto para quem cria moda quanto quem apenas utiliza moda. 


Um comentário:

  1. Acredito que em uma coisa sim, diferem-se essas peles "fakes" das peles naturais: uma se obtem da tecnologia, gerando avanço no meio cientifico, gerando empregos e estimulando novas descobertas; a outra, dos maus tratos a animais, gerando desequilibrio ecologico, revolta e 'in'voluçao social!

    Num mundo tao evoluido, ainda existem tantos assuntos que ainda encaramos como verdadeiros Neandertais. Basta!

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