Todos já sabem minha posição sobre a utilização das peles de animais pelo setor de moda.
Ótimo exemplo de que as novas tecnologias propiciam elegância e sofisticação com peles sintéticas são as novas apostas como a marca Chanel.
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Nesta aposta surgem casacões, botas e acessórios lindos que nada deixam a desejar às pelas naturais.
As peças são tão perfeitas que, para saber se são naturais ou sintéticas, é necessário colocar fogo. As naturais queimam e as fakes derretem – essa é a diferença.
Como ninguém vai queimar sua roupa para saber se é elegante, o hábito de usar peles verdadeiras (que remete aos tempos medievais!) precisa acabar.
Hoje, trata-se apenas do “prestígio” em usar uma matéria prima considerada nobre... Uma visão medíocre e desnecessária, sinônimo de falta de consciência na preservação dos animais.
Em tempos de ‘ecologicamente correto’ os fashionistas trocam a pele de animal por pele sintética sem problemas. Essa consciência precisa ser unanime entre todos, tanto para quem cria moda quanto quem apenas utiliza moda.
Acredito que em uma coisa sim, diferem-se essas peles "fakes" das peles naturais: uma se obtem da tecnologia, gerando avanço no meio cientifico, gerando empregos e estimulando novas descobertas; a outra, dos maus tratos a animais, gerando desequilibrio ecologico, revolta e 'in'voluçao social!
ResponderExcluirNum mundo tao evoluido, ainda existem tantos assuntos que ainda encaramos como verdadeiros Neandertais. Basta!